04/02/2019

Após denúncias, equipe do Coren-MA fiscaliza unidades de saúde de Imperatriz

Após as averiguações, a equipe fará um relatório dando continuidade ao processo que está em andamento

A equipe de fiscalização da subseção do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão da cidade de Imperatriz realizou na semana passada, uma vistoria em três unidades de saúde que apresentavam irregularidades. A equipe de fiscalização da subseção, realizou uma visita ao Instituto Federal do Maranhão (IFMA) de Imperatriz, após receber e constatar um denúncia de que não havia enfermeiro no ambulatório durante um período de funcionamento da instituição.

“No local, encontramos uma profissional que estava em seu segundo dia de trabalho. A enfermaria ficava vazia em alguns períodos já que a enfermeira deve trabalhar somente 8 horas diárias, e a instituição funciona das 7h às 22h. A profissional se mostrou bastante interessada em regularizar a situação, e passar a demanda para a direção do instituto” afirma Allana Petrucya, representante da subseção de Imperatriz.

A equipe notificou todas as irregularidades encontrada e já deu início ao processo para que o problema seja resolvido.

Na ocasião, foi realizada também uma visita ao Hospital Municipal de Imperatriz, o Socorrão, e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para o retorno de uma fiscalização realizada no ano passado.

Durante a fiscalização nas duas unidades de saúde, a equipe constatou que não houve qualquer mudança desde a primeira visita. “Percebemos um déficit de dimensionamento dos profissionais, alguns setores não possuem enfermeiros, o que acaba sobrecarregando o profissional que fica responsável por dois ou até três postos, além de inadequações na Central de Material de Esterilização (CME).” afirma a enfermeira fiscal Amanda Saraiva.

Após as averiguações, a equipe fará um relatório dando continuidade ao processo que está em andamento. “O processo é enviado à presidência do Coren-MA, com sugestão de encaminhamento para a Procuradoria Jurídica. A justiça deve ser acionada para que a haja uma regularização do que foi encontrado nas unidades de saúde,” esclarece a coordenadora de fiscalização, Lorena Cantanhêde.